Os Quatro Fundamentos de Sustentação no Relacionamento
Um relacionamento firme e duradouro está
fundamentado na “Fidelidade, Cumplicidade, Intimidade e Respeito”; que é
uma base sólida de sustentação para um casamento prazeroso e desfrutado com
amor incondicional.
Notoriamente
os homens são mais livres e de certa maneira tem o comportamento caliente em
suas relações sexuais, tendo em vista a sua dominância sobre as mulheres; e no
caso delas, ficam travadas durante o coito, especialmente porque têm sofrido
grande repressão ao longo da história; evento que as levam a criarem tabus e
bloqueios prejudiciais ao bom andamento da intimidade conjugal.
E
quando se processa essa trava psicológica, elas tornam-se recalcadas (reprimem
o sentimento alheio), desencadeando frustrações em seus companheiros. Esse
comportamento também pode ser aplicado aos homens que suprimem a sexualidade e
fantasia ao copular com as suas esposas. Embora muitos estejam dentro deste
contexto, particularmente o índice entre as mulheres acontece com maior
frequência.
Em
pleno século XXI, após muita evolução no âmbito da sexologia, podemos encontrar
com os casais que criam paradigmas fundamentados em barreiras culturais e
religiosas que os privam do desfrute da liberdade sexual que todo os cônjuges
têm dentro dos seus relacionamentos; bem como os casos das perversões sexuais
ou comportamento inadequado que promovem danos à saúde do casal ou manifestações
atos que realmente sejam pecados.
A
infidelidade não se justifica; mas explica que muitos homens e mulheres buscam
prazer extra fora do relacionamento; de maneira que existe um antigo jargão
muito criticado, que cita o seguinte: “Se procura fora o que não se tem em
casa!”. Certamente, é deprimente, no entanto não deixa ser um comportamento
errado, que muitas pessoas buscam como válvula de refúgio para continuar as
suas vidas com normalidade em um mundo de agrura.
Podemos
provar que tem acontecido com muita normalidade, através dos “Fóruns” e “Varas
da Família” que todos os dias estão sendo assoberbados com processos de
separação, não somente pelas infidelidades; mas, por questões banais que são
apresentadas como “Incompatibilidade de Gênios”; que na realidade posso
classificar através da seguinte frase “Diferenças Sexuais”; porque não
estão se entendendo na cama.
Deveríamos
ter a maturidade e encarar esses pequenos problemas que são como grão de areia
nos olhos ou no sapato, gerando um inconveniente para o ser humano; e sendo
aplicado esses pequenos problemas, os tais tem o poder de promover prejuízo a
família e consequentemente a sociedade.
Mais
de 89% desses conflitos podem ser resolvidos através de um terapeuta para
casais, psicólogos, pastores e padres. No entanto, as pessoas preferem passar
por um trauma avassalador de uma separação, porque não escutam e não falam para
os seus cônjuges as suas necessidades e fantasias sexuais.
Todavia,
não posso deixar de mencionar que existem aquelas ao confidenciarem algo que
seja contundente, como alguns desejos mais profundos (fantasias com outro
homem), essas poderão sofrer discriminação, violência doméstica ou no mínimo
serem catalogadas como vadias. Para essas situações existe a justificativa
plausível de ficarem resguardadas com os seus desejos de mulher; pois ao
revelarem ficarão no iminente perigo de serem abandonadas.
E
para não passarem por inconveniente, terão que fantasiar as mais loucas emoções
na parte mais escondidas das suas mentes, onde nenhum mortal pode tomar
conhecimento.
Somos
humanos, e não seres angelicais, motivo pelo qual lutamos contra todas as
tentações a cada segundo. No entanto, a sexualidade dentro da racionalidade correta,
pode ser desfrutada sem o menor temor de cometer erros. Não foi por acaso que o
próprio Deus deixou um imperativo para os casais no Livro de Eclesiastes.
Eclesiastes
9:9
Goza a vida com a mulher que amas,
todos os dias de vida da tua vaidade; os quais Deus te deu debaixo do sol,
todos os dias da tua vaidade; porque esta é a tua porção nesta vida e do teu
trabalho que tu fizeste debaixo do sol.
Pr. Robson Colaço
de Lucena
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