No transcorrer dos séculos a sexualidade humana sempre foi estigmatizada (como um sinal infamante), que a cultura religiosas referência como um comportamento inadequado, tendo em vista que os clérigos de determinadas igrejas, que levam uma existência dentro da abstinência sexual, sendo fortalecida com herança teológica de Santo Agostinho que apresentou pensamentos doentios em relação a sexualidade humana, levando as gerações posteriores a colapso comportamental, como ênfase de uma interpretação errônea e pessoal, do referido teólogo (Agostinho); sendo a mesma fortalecida de tabus, aberrações peculiares e fantasias bestiais que não encontram amparo legal na Bíblia Sagrada.
I Aos Coríntios 7:5 * Não vos priveis um ao outro,
senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes ao jejum e à
oração; e depois ajuntai-vos outra vez, para que Satanás não vos tente pela
vossa incontinência.
Explicitamente a Palavra de Deus mostra que o casal estando sadio, não
deve negligenciar um ao o outro, se sim; aproveitar o sexo dentro de um padrão
puro e natural, gozando de todos os prazeres que estão disponíveis no momento.
Não existe limites para o homem unir-se a sua mulher dentro da comunhão que o Senhor estabeleceu desde o início da criação; todavia, a cultura religiosa ao longo dos anos perpétua tabus e clichês idiotizantes, que ao invés de ajudar os casais, tem sido o pivô de inúmeras separações e destruição das famílias que são levadas por essas doutrinas de homens impotentes (sem ereção), e ao mesmo tempo afeminados, ensinado absurdo e limitando a intimidade dos casais, tendo como consequência as investidas do diabo. A prova desse fato pode ser observada na nossa sociedade pós-modernista que revoltada com os dogmas criados ao longo do tempo, foi tragada pela "Revolução Sexual” dos anos 60. Então, vem o
Para uma blindagem espiritual no casamento é
imprescindível uma vida sexual ativa e constante. O que derruba toda a tese e
loucura da teologia agostiniana, que a requer consagração é abstinência total
no sexo, sendo o mesmo como proposito da reprodução humana.
I Aos Coríntios 7:2-3-4 * 02 - Mas por causa da
fornicação, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio
marido.
03 - O marido pague à mulher a devida benevolência, e
da mesma sorte a mulher aos maridos.
04 - A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo,
mas tem-no marido; e também da mesma maneira o marido não tem o poder sobre o
seu próprio corpo, mas a mulher.
Para que a humanidade vença essa barreira que mistificou a sexualidade ao
pecado, o qual desperta a curiosidade nos seres humanos de descobrir a nudez do
semelhante desencadeando uma odisseia de fantasias eróticas que desequilibra a
vida social e moral das pessoas. É imprescindível “Desmistificar o sexo”,
e desfrutar do mesmo de uma maneira salutar, porque é a maior expressão de
prazer amadurecida outorgada em favor de toda a humanidade.
Se um casal transa diariamente, o mesmo tem grande chance de não cair em
adultério, uma vez que estão saciados eroticamente e com a libido em
equilíbrio. Contudo, a relação sexual não pode cair em rotina; na mesmice da
posição, diálogo, horário. Mais, deve haver cumplicidade de uma maneira
apimentada que não venha a comprometer os cônjuges moralmente; rolando
fantasias sadias, brincadeiras pessoais que venha amplificar o desejo de
transar e se possível ter mais de um orgasmo. Para tal situação encontramos
amparo teológico no Antigo Testamento.
Eclesiastes 9:9 - Goza a vida com a mulher que amas,
todos os dias da tua vaidade; os quais Deus te deu debaixo do sol, todos os
dias da tua vaidade; porque esta é a tua porção nesta vida e do teu trabalho
que tu fizestes debaixo do sol.
As pessoas estão submetendo as suas almas aos desejos promíscuos e
paixões infames, porque não tem coragem de confidenciar ao seu companheiro ou
companheira, desejos de terem relações sexuais de determinada maneira, com
dialogo quente, expressões variadas, até mesmo suprirem o som de um gemido ou
sussurro que dentro de si explode em forma de gozo; no entanto suprimem o
interior da alma resultado em insatisfação, a qual na maioria das vezes são
liberadas nos braços de um estranho(a), porque naquele momento não tinha nada a
perder e liberou o grito de prazer “Estou gozando, ai que bom, não
para!”. Essa é a realidade pura nua e crua, que os casais enfrentam com
frequência, e quando despertam para o prejuízo moral, espiritual, psicológico e
financeiro, é tarde demais.
Todavia, com muita experiência e competência, o profissional (psicólogo, terapeuta, coaching, ginecologo, urologista e etc.), começa a consulta e pouco a pouco desvenda o enigma que entrelaça a mente humana; com uma minuciosa investigação, até chegar ao ápice do problema.
O coito entre o casal deve acontecer naturalmente com uma preliminar de
muitos beijos e abraços, desencadeando em fantasias benéficas que ativarão o
cérebro; então será liberada noradrenalina, endorfina e dopamina que
desencadeará todo o desejo sexual. As pessoas que seguem fielmente uma religião
devem compreender que o sexo é uma reação carnal de ação física e promovida com
a química do corpo relacionada a sexualidade. Quanto ao âmbito espiritual,
nesse momento deve ficar em repouso para ser usado posteriormente. Não existe
como espiritualizar o sexo; porque são ações totalmente contrarias, como a
presença do fogo com a água; não existe como usa-los dentro do mesmo ambiente
simultaneamente. Por incrível que pareça, um pastor evangélico companheiro do
meu ministério, em certa oportunidade fez a citação que durante a relação
sexual com a sua esposa, gosta de dar glória a Deus. Confesso, que achei o
comportamento bizarro e inadequado; mas cada um tem particularidades que não
devem ser invadidas.
I Pedro 3:7 - Igualmente vós, maridos, coabitai com
ela com entendimento, dando honra à mulher como vaso mais fraco; sendo vós os
seus coerdeiros da graça da vida; para que não sejam impedidas as vossas
orações.
Notoriamente, todo ser
humano tem duas naturezas: Natureza biológica (material), e a natureza
espiritual (alma e espírito), as quais se entrelaçam e lutam entre si, de modo
que vence aquele que está melhor assistido.
Gálatas 5:17 - Porque a carne cobiça contra o
Espírito, e o Espírito contra a carne; estes opõem-se um ao outro, para que não
façais o que quereis.
Perceba que existe uma
queda de braço, é o mais forte é quem vence; não que o Espírito esteja em
desvantagem; mas, quando vivemos segundo a inclinação da carne, certamente a
decadência é certa.
O sexo tem que ser bom para os dois lados, caso contrário, ficara aberta
uma fenda para satanás operar com as suas astucias de malignidade.
I Aos Coríntios 7:3 - O marido pague à mulher a devida
benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido.
Rotineiramente nos deparamos com vários evangélicos que se dedicam a consagração (Jejum e oração), evento maravilhoso que fortifica o relacionamento pessoal com Deus. Contudo, começam a negligenciar a vida íntima matrimonial, atitude que o Senhor não aprova. E dentro desse comportamento que acreditam benéfico, enfraquece a natureza humana que precisa de todas as benesses que Deus outorgou, como alimentar-se, descansar, se divertir e o principal que está contido na sexualidade. Quando isso acontece então aparecem as facilidades para o adultério, tendo em vista que a libido fica insaciável gerando uma vontade louca de fazer sexo.
Enfim, ter uma vida sexual ativa é imprescindível para que o casal tenha uma vida espiritual profícua na presença de Deus, e saiba conduzir-se adequadamente na sociedade em que convive; respeitando mutuamente o semelhante, para que não aconteça as oportunidades de dar um pulinho fora do matrimônio, pois essa atitude tem consequências drásticas e eterna.
Que a sua vida seja
abençoada rica e abundantemente.
Pr. Robson Colaço de Lucena
Terapia no Amor
CASA
– Compulsivos Por Amor e Sexo Anônimos




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