A Fantasia Nossa de Cada Dia
Na contemporaneidade estamos diante da maior abertura sexual
de todos os tempos, nem Sodoma e Gomorra que foram destruídas por causa das
orgias, tem a capacidade de se comparar com o contexto atual.
As pessoas
estão brincando com fogo, sem temor de serem penalizadas com queimadura; ou
melhor expondo: As pessoas estão brincando com sexo, sem temer as
consequenciais desastrosas que possam surgir.
Sexo é uma faísca que pode ser controlada; mas se iniciar as
chamas torna-se impossível apaga-las.
Os casais
modernos estão passando por um grande desgaste, por estarem assoberbados com as
tarefas cotidianas, especialmente as mulheres que a cada dia conquistar espaços no mercado trabalho, tendo
que desenvolver as suas atividades como esposas, donas de casa, mães e
profissionais; evento que fadiga fisicamente promovendo efeitos colaterais no
âmbito sexual.
Com toda essa
miscelânea de tarefas que sufocam o relacionamento, a vida íntima está se enveredando na rotina, sem
falar que o casal monogâmico tem a sexualidade dentro de um conceito que chamam
“baunilha/vanilha[1] “
que é dentro da normalidade, procurando não usar as fantasias. O conceito do
sexo perfeito dentro da monogamia na teoria é uma coisa; mas a prática e
totalmente diferente do que é falado pelas pessoas; uma vez que os dois sexos
tem as suas fantasias pessoas e profundas que jamais confessarão, a mesmo que
os cônjuges tem grande intimidade e confiança sendo cumplices um do outro.
Por mais que
uma pessoa procure viver uma espiritualidade pura, é impossível separar a
fantasia do sexo, pois é algo natural, sem falar que todos os dias as pessoas
serão bombardeadas de milhares de informações eróticas aos quais acumulam no
subconsciente montando uma barreira de defesa para que o indivíduo não fique
cansando da rotina sexual com a mesma pessoa; a psicologia não trata como
desvio de conduta, embora a religião apresente uma série de conceitos e tabus, que na maioria dos
casos não tem fundamento na Bíblia Sagrada. Embora ambos os sexos tenha as suas
peculiaridades em fantasiar algo dentro do ato sexual; as mulheres são
propicias a ceder, caso acontece alguma oportunidade e ela esteja com interesse
em alguém do sexo opositora; e dentro desse universo elas aproveitam para
exceder as múltiplas fantasias femininas, não existindo nada de anormal, porque
essas é a natureza delas.
É importante
que exista um alto controle dentro desse hemisfério de sonhos, fantasias e
imaginação, para que não aconteça um erro de percurso e destruição do
casamento. Contudo, o homem também tem a sua natureza sexual, não ficando
isento as fantasias e porque não dizer perversões, já que todo convite para um
relacionamento aberto, que seja troca de casais, ménage à trois, cuckold e
outra modalidades, vem da parte do homem, dificilmente uma mulher fará essa
proposta, mesmo que esteja com muita vontade.
Quando a
elas, ceder para o relacionamento aberto, poderá acontecer em um pequeno ou
longo período, mesmo que seja por curiosidade, as pessoas tendem a querer
desfrutar de uma relação sexual com pessoas diferentes; embora nunca aconteça
com uma boa parte dos casais.
Toda essa
agressividade erótica acontece porque “Ninguém sente tesão por uma única
pessoa, durante toda sua vida”, em determinado momento qualquer um dos cônjuges
poderão passar pelo “círculo
de fogo[2]”
Teologicamente
a mulher é descrita como o vaso mais fraco[3], mostrando o quanto as
meninas são sensíveis, precisando de cuidados especiais quando se trata de
sexualidade. Entretanto, não vamos confundir fragilidade com vulgaridade; e ao
mesmo tempo o homem não é blindado nos assuntos concernentes ao sexo; vimos na
citação do parágrafo anterior que o sexo masculino tende a perversão, e agora
expomos o sexo feminino é delicado.
Um grande
exemplo podemos encontrar na anatomia que apresenta o coração da mulher, quatro
vezes mais macio que o homem; com essa citação podemos buscar subterfúgio na
psicologia a qual apresenta pesquisa
acadêmicas provando que se um homem tiver relação sexual com uma mulher fora do
seu relacionamento, para ele, foi apenas uma transa. No caso das mulheres, a
maioria tem a probabilidade de transar fora do casamento, e se apaixonar; basta
o amante pegá-la de maneira sensual e profunda
que acontece o iminente perigo de se apaixonar.
Nas minhas
pesquisas acadêmicas no ambiente comportamental da sexualidade humana, ao longo
de 20 anos, percebi que as mulheres têm a capacidade de se apaixonar e interagir com dois homens
consecutivamente, conseguindo equilibrar a área emocional promovendo amor
dentro da expectativa de diversidade de ambos os meninos; muitas conseguem
fazer às escondidas para não serem abandonadas
por seus maridos, outra não cedem tendo em vista a cobrança social austera, e
censura que serão expostas.
Quanto ao
sexo masculino, o assunto é mais complexo, não sabendo liderar com a situação,
chegando a ficar romântico com uma e agressivo com a outra, abanando a esposa
para viver com a amante.
Estamos continuamente expostos a estímulos sexuais, é uma energia
chamada “libido[4]”, e os homens, em
particular, têm dificuldade em processar esses estímulos de maneira correta, e
para vencermos os desafios que possam surgir na longa caminhada do
relacionamento, devemos nos moldar aos bons costumes acima de tudo na Palavra
de Deus.
Pr. Robson Colaço de Lucena
Sexólogo/Terapeuta
Projeto: Terapia no Amor
www.terapianoamor.com.br
Bibliografia
Lucena, P. R. (23 de 11 de 2023). Diário de Um
Terapeuta. Terapia no Amor, p. 03.
[1] Predominantemente, o termo é utilizado
para denominar as condutas sexuais que caem dentro
da faixa de normalidade para uma determinada cultura ou subcultura, e se refere
geralmente aos comportamentos sexuais que não incluem
elementos de BDSM, parafilias, kinks ou fetichismos.
[2] Aparecerá alguém que desperte interesse sexual.
[3] 1 Pedro 3:3 - Igualmente vós, maridos, coabitai com elas
com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais fraco; como sendo vós os
seus co-herdeiros da graça da vida; para que não sejam impedidas as vossas
orações.
[4] Libido é uma palavra que
vem do latim e significa desejo ou anseio. Santo Agostinho foi o primeiro a
distinguir os diferentes tipos de desejos (de conhecimento, sensual e de
dominar). Atualmente, porém, é usada quase como sinônimo para desejo sexual.

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